Os limites da especulação teológica diante do silêncio das Escrituras

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“Pois, quando se discute uma questão extremamente obscura, sem o auxílio de testemunhos certos e claros das autoridades divinas, a presunção humana deve conter-se, nada fazendo ao inclinar-se para um lado ou para o outro. Ainda que eu ignore de que modo qualquer uma dessas posições possa ser demonstrada e explicada, creio, contudo, isto: que também aqui haveria a claríssima autoridade das Escrituras divinas, se houvesse algum ponto que o homem não pudesse ignorar sem prejuízo da salvação que lhe foi prometida.”

— Santo Agostinho, De Peccatorum Meritis et Remissione et de Baptismo Parvulorum, II.36.59

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